By Sérgio Bicudoterça-feira, 29 de dezembro de 2009
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
17 de dezembro de 2009/ 1:32 am
Sinto que cheguei ao estado em que temia: AMADURECIMENTO.
Isto não quer dizer que eu já não fosse uma pessoa madura,apenas hoje consigo admitir minhas incertezas e até mesmo confusões para eu mesma. Algo que seria praticamente impossível á semanas atrás.
Cheguei ao estágio das escolhas,algo que eu temia mais ainda,admitir que nem todas as experiências são válidas nesse momento é tolerante?egoísmo de minha parte?deixar partes incompletas pelos cantos?talvez...mas pelo menos nesse estágio estou preocupada COMIGO.Algo que nunca imaginei,colocar a ELLEN como prioridade em minha vida,deixar de lado as opiniões alheias e dar ouvidos ao que realmente importa: EU.
Seria se auto-conhecer? não,minhas idéias são complexas e totalmente falhas ao meu respeito,gosto de dizer que estou aprendendo como se caminha com as próprias pernas,ainda não estou caminhando,mais o caminho se aproxima e não terei escolha,terei que caminhar segura ou não,minha vida está se passando e junto com ela meus pensamentos,sonhos e planos (mesmo não gostando dessa definição)se concretizando ou não,tudo será levado. E eu? me renderei de novo as sugetões? ou viverei esse estágio sem medo de ser contrariada?
Pela primeira vez em dezessete anos de vida admito o que penso e o que sinto sem repressões... acho que isso é gostar de sí,talvez a angústia que me assolava todas as noites e ainda me assola é justamente essa falta do ser EU.
Ainda me precupo com o que não deveria me preocupar,coloco prioridades em minha vida desnecessárias,sim! Mas sinto que aos poucos me desprendo do mundo e hei de me preocupar comigo mesma. Impondo as minhas vontades,os meus sonhos... impondo á mim o que realmente quero.
Nesse meio tempo descobri que realmente existem pessoas que se preocupam comigo (nunca acreditei muito nisso) mas elas existem,existem sim e não se resumem em família. Elas se mostram no decorrer dessa jornada,na simplicidade de poucas palavras ou até em um abraço.Mostrando em sorrisos e lágrimas compartilhadas que elas estarão do seu lado,não pelo seu talento ou por suas atitudes ou por suas loucuras,mas por você! em todos os sentidos.São pessoas que ouvem os seus desabafos por mais contraditórios que eles sejam e que gostam de serem ouvidas também,por mais que o seu silêncio as satisfaça.
Ás vezes também é preciso tolice para dar um toque especial a tudo isso.Insanidade é necessário.Penso demais,ás vezes acho que por isso a infelicidade momentânea me persegue(talvez agir mais e pensar menos preencha esse vazio)
Minha arte também é grande culpada nessa fase,tive grandes realizações(pequenas aos olhos de muitos),mas que preencheram um grande espaço em minha vida.
E claro: SOLIDÃO ,o conforto de muitos escritores,necessária ou imposta pela vida,não sou escritora (por mais que já tenha tentado),mas sou artista e minha alma guarda ela de alguma forma consciente ou inconscientemente.
É com coca-cola,frio,insônia e overdose de Caio F. que pude descrever de forma incerta (como tudo nessa vida) o que passa...
Uma crônica poética autobibliográfica? Não,apenas pensamentos sem razão descritos por uma estranha mente.
Ellen Regina
Lely
Ely.
Sinto que cheguei ao estado em que temia: AMADURECIMENTO.
Isto não quer dizer que eu já não fosse uma pessoa madura,apenas hoje consigo admitir minhas incertezas e até mesmo confusões para eu mesma. Algo que seria praticamente impossível á semanas atrás.
Cheguei ao estágio das escolhas,algo que eu temia mais ainda,admitir que nem todas as experiências são válidas nesse momento é tolerante?egoísmo de minha parte?deixar partes incompletas pelos cantos?talvez...mas pelo menos nesse estágio estou preocupada COMIGO.Algo que nunca imaginei,colocar a ELLEN como prioridade em minha vida,deixar de lado as opiniões alheias e dar ouvidos ao que realmente importa: EU.
Seria se auto-conhecer? não,minhas idéias são complexas e totalmente falhas ao meu respeito,gosto de dizer que estou aprendendo como se caminha com as próprias pernas,ainda não estou caminhando,mais o caminho se aproxima e não terei escolha,terei que caminhar segura ou não,minha vida está se passando e junto com ela meus pensamentos,sonhos e planos (mesmo não gostando dessa definição)se concretizando ou não,tudo será levado. E eu? me renderei de novo as sugetões? ou viverei esse estágio sem medo de ser contrariada?
Pela primeira vez em dezessete anos de vida admito o que penso e o que sinto sem repressões... acho que isso é gostar de sí,talvez a angústia que me assolava todas as noites e ainda me assola é justamente essa falta do ser EU.
Ainda me precupo com o que não deveria me preocupar,coloco prioridades em minha vida desnecessárias,sim! Mas sinto que aos poucos me desprendo do mundo e hei de me preocupar comigo mesma. Impondo as minhas vontades,os meus sonhos... impondo á mim o que realmente quero.
Nesse meio tempo descobri que realmente existem pessoas que se preocupam comigo (nunca acreditei muito nisso) mas elas existem,existem sim e não se resumem em família. Elas se mostram no decorrer dessa jornada,na simplicidade de poucas palavras ou até em um abraço.Mostrando em sorrisos e lágrimas compartilhadas que elas estarão do seu lado,não pelo seu talento ou por suas atitudes ou por suas loucuras,mas por você! em todos os sentidos.São pessoas que ouvem os seus desabafos por mais contraditórios que eles sejam e que gostam de serem ouvidas também,por mais que o seu silêncio as satisfaça.
Ás vezes também é preciso tolice para dar um toque especial a tudo isso.Insanidade é necessário.Penso demais,ás vezes acho que por isso a infelicidade momentânea me persegue(talvez agir mais e pensar menos preencha esse vazio)
Minha arte também é grande culpada nessa fase,tive grandes realizações(pequenas aos olhos de muitos),mas que preencheram um grande espaço em minha vida.
E claro: SOLIDÃO ,o conforto de muitos escritores,necessária ou imposta pela vida,não sou escritora (por mais que já tenha tentado),mas sou artista e minha alma guarda ela de alguma forma consciente ou inconscientemente.
É com coca-cola,frio,insônia e overdose de Caio F. que pude descrever de forma incerta (como tudo nessa vida) o que passa...
Uma crônica poética autobibliográfica? Não,apenas pensamentos sem razão descritos por uma estranha mente.
Ellen Regina
Lely
Ely.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Sopro de gente
''O cheiro de gente
O cheiro de chuva
O gosto de chuva
Com sabor de gente
Os olhos de gente
Com suor de chuva
Lá fora as gotas da gente''
Seria uma maneira poética de contar o que é ter pressão baixa dentro de um ônibus lotado em plena sexta-feira chuvosa?
....
Algo a se pensar.
O cheiro de chuva
O gosto de chuva
Com sabor de gente
Os olhos de gente
Com suor de chuva
Lá fora as gotas da gente''
Seria uma maneira poética de contar o que é ter pressão baixa dentro de um ônibus lotado em plena sexta-feira chuvosa?
....
Algo a se pensar.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Composição
O Infinito que cabe em mim
Um punhado de sentimentalidade
Quero tudo ter hoje assim
Deixando de resto toda vaidade
Quero as cores,as flores e as dores
Quero viver de agora
Carregar comigo mil amores
Sorrir enquanto o mundo chora
Quero loucura,altura e o mais louco coração
Quero minha bagunça,meu desarrumado
Quero doçura e toda confusão
Só quero o encantado
Jogar todos os gritos
Colar meus olhos no luar
Acreditar em todos os mitos
Quero estar em todo lugar
Quero imensidão
Quero relidade
Quero ilusão
Quero tudo a vontade
Um prato bem cheio de felicidade
Largue em meus braços,perfeição
Lave meu sangue com intensidade
Carregando em minha mente vastidão
Letra: Ellen Regina
Melodia: Guilherme Prado
Um punhado de sentimentalidade
Quero tudo ter hoje assim
Deixando de resto toda vaidade
Quero as cores,as flores e as dores
Quero viver de agora
Carregar comigo mil amores
Sorrir enquanto o mundo chora
Quero loucura,altura e o mais louco coração
Quero minha bagunça,meu desarrumado
Quero doçura e toda confusão
Só quero o encantado
Jogar todos os gritos
Colar meus olhos no luar
Acreditar em todos os mitos
Quero estar em todo lugar
Quero imensidão
Quero relidade
Quero ilusão
Quero tudo a vontade
Um prato bem cheio de felicidade
Largue em meus braços,perfeição
Lave meu sangue com intensidade
Carregando em minha mente vastidão
Letra: Ellen Regina
Melodia: Guilherme Prado
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